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PARQUES

MACACOS

Estrada Real, a 15 minutos de Belo Horizonte, Macacos é o lugar preferido pelos aventureiros. São inúmeras trilhas que oferecem pelo caminho cachoeiras e belas paisagens naturais Além de muita diversão, você vai encontrar restaurantes e pousadas, abrigados em meio as montanhas. Eles oferecem comidas tipicas e um ambiente de paz, onde não se vê o tempo passar e o único compromisso é ser feliz. E o melhor: se quiser, poderá desfrutar de tudo isso sem sair do seu hotel em Belo Horizonte.
As atrações naturais mais requisitadas são as cachoeiras: dos Mendes, do Dantês, da Ponte e dos Macacos, que possuem quedas d'águas e poços naturais ótimos para banho e lazer. O local é cercado pela natureza que se apresenta bela e pronta para receber de braços abertos as pessoas que por ali passeiam e buscam sombra e água fresca. . A região da cachoeira do Dantês é bem deserta, as vias de acesso não são asfaltadas e por isso o lugar é conhecido como “O Sertão de Macacos”. O diferencial desse lugar são as estradas de terra batida que proporcionam aos visitantes a sensação de estar em uma estrada da roça. O lugar é ideal para a prática de esportes radicais, como trakking, rafting, ducking (caiaque inflável), biking, trails e aventuras com off-road, sendo ponto de partida para várias trilhas.

PARQUE FLORESTAL DO IBITIPOCA

Localizado na Serra da Mantiqueira, possui uma flora variada e fauna rica em aves de pequeno porte. Entre os atrativos, destacam-se as grutas dos Três Arcos, dos Viajantes, do Pião e a da Cruz; a Ponte de Pedra, a Cachoeira dos Macacos e a Praia do Ribeirão. Localizado no sudeste de Minas Gerais, o Parque Estadual de Ibitipoca recebe mais visitantes a cada ano que passa. As atrações são muitas: cachoeiras de águas geladas e alaranjadas (devido à decomposição da matéria orgânica vegetal), grutas dos mais diversos tamanhos, caminhadas repletas de bromélias e orquídeas e o mais famoso habitante do parque, o lobo-guará. Um lugar perfeito para quem quer esquecer a cidade grande e se divertir na natureza. É cobrada uma taxa de entrada para a visitação.

PARQUE NACIONAL SERRA DO CIPÓ

Situada a 90 km de Belo Horizonte e a 70 km do aeroporto de Confins, com acesso por estrada asfaltada e bem conservada, a Serra do Cipó constitui um dos sistemas naturais mais fantásticos do mundo, com seus 34 mil quilômetros quadrados de área de preservação, considerada por paisagistas renomados como o jardim botânico do Brasil. Como parte da Cadeia do Espinhaço, trata-se do divisor de águas das bacias dos rios Doce e São Francisco.
Abriga uma das mais variadas faunas, com predominância de raposas, micos, capivaras, lobos guarás, tamanduás bandeiras, veados campeiros, onças pardas e jaguatiricas. Muitas espécies raras vegetais só são encontradas lá. É um verdadeiro paraíso de flores silvestres.
Oferece aos visitantes uma variedade de rios, cachoeiras, canyons e cavernas arqueológicas com inscrições rupestres. E um clima muito agradável durante todo o ano.
A Serra do Cipó vem se tornando reduto favorito para os que têm predileção pela natureza e suas incontáveis belezas.

PARQUE ESTADUAL DO ITACOLOMI

Avistado de longe, já na estrada a caminho de Ouro Preto, o Itacolomi desperta a curiosidade de quem passa. São mais de 1700 metros de altitude, perfeitos para pessoas que apreciam a prática de caminhadas e o contato com a natureza. Localizado a 110 quilômetros de Belo Horizonte, o Parque Estadual do Itacolomi possui 7548 hectares de belas e misteriosas paisagens, pertencentes aos municípios de Ouro Preto e Mariana. Vales e montanhas cercam o patrimônio histórico e cultural contidos no parque.
O Córrego dos Prazeres, o Ribeirão Belchior, uma represa e grande área da Mata Atlântica deixam o ambiente propício a caminhadas, banhos e trecking.
Ademais às belezas naturais, o Parque do Itacolomi reserva expressivos monumentos históricos. Símbolo da ocupação do território mineiro, a Casa Bandeirista da Fazenda São José do Manso hoje é museu. Outrora, a fazenda foi uma grande produtora de chá preto no século XVIII. Lá estão instaladas as máquinas e alguns objetos referentes ao processamento do chá. A Chácara do Cintra também chama a atenção. Formada por admiráveis ruínas, a sede, proveniente do século XVIII, atrai muitos visitantes.
Mas a maior atração do parque é conhecer o pico. São aproximadamente 8 quilômetros, equivalentes a quatro horas de caminhada leve. A ida, que alterna trechos planos e de subida, deixa inquietos os visitantes mais curiosos, interessados em alcançar logo o topo. A volta é mais tranqüila, podendo demorar menos de duas horas. Vale a pena o esforço. Além do prazer do contato com a natureza, o Itacolomi proporciona uma das mais belas vistas de Ouro Preto, Mariana e das montanhas que guardavam e ainda guardam as minas de ouro.

PARQUE NATURAL DO CARAÇA

Localizado em Santa Bárbara, o parque oferece atrações como o Pico do Sol, trilhas para caminhadas, além dos riachos que formam quedas d`água e piscinas naturais. Vale a pena se hospedar no antigo Colégio do Caraça, que ainda conserva sua importância histórica e artística.
O Parque Natural do Caraça, encravado na região central do estado de Minas Gerais, é um local paradisíaco de uma paz angelical e um harmonioso silêncio. Não é por acaso que bem ali, aonde hoje é o coração do Parque, foi construído um mosteiro, ainda naquela época.
Numa área de 10 mil hectares, o Parque da Caraça nos brinda com exuberantes espetáculos naturais: de cachoeiras e piscinas naturais a montanhas e cavernas. O local ainda abriga uma fauna e flora riquíssimas, e rara: a vegetação da região é caracterizada pela mistura da Mata Altântica com o igualmente ameaçado Cerrado.
A igreja situada no Parque é a primeira de estilo neogótico construída no Brasil e foi finalizada em 1883. Vale a pena ficar na frente dela, pouco antes da missa das sete, quando alguns inofensivos lobos-guarás se aproximam para socializar com a galera.

PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA

Criado em 1972, o Parque Nacional da Serra da Canastra tem 71.525 hectares demarcados e parte do território de 3 municípios: São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis, no sudoeste de Minas Gerais.
A área reúne basicamente dois maciços: a Serra da Canastra e a Serra das Sete Voltas, com o vale dos Cândidos no meio. As altitudes variam entre 900 e 1.496 (torre da Serra Brava) e a vegetação predominante são os campos rupestres, com manchas de cerrado e matas ciliares.
O grande objetivo da criação do Parque foi a proteção das nascentes do rio São Francisco, o curso d’água mais conhecido que brota no imenso chapadão em forma de baú ou canastra. A Serra da Canastra é uma espécie de berçário de rios situado bem no divisor de duas bacias hidrográficas: a do rio Paraná e a do rio São Francisco. Da bacia do Paraná, um dos rios mais conhecidos que nascem no chapadão é o Araguari, também chamado de Rio das Velhas na parte inicial. Foi às margens dele que no século 18 surgiu o garimpo de ouro que deu origem à histórica vila de Desemboque, marco de toda a ocupação do Brasil Central.
O relevo acidentado e a vegetação rasteira produzem uma paisagem única, com grandes vistas panorâmicas e muitas cachoeiras com altura acima dos 100 metros.As características do relevo e da vegetação favorecem também a observação de animais selvagens, como o tamanduá-bandeira e o lobo-guará.

PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ

O Parque Nacional da Serra do Caparaó está localizado na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Pertence aos municípios mineiros de Alto Caparaó e Espera Feliz e aos municípios capixabas de Iúna, Alegre, Dores do Rio Preto e Divino de São Lourenço.
Para quem gosta de caminhadas, este parque é uma ótima opção. Da portaria ao Centro de Visitantes são 6km, passando pelo Vale Verde, a 1.200m de altitude, riachos e piscinas naturais. Estas últimas também são encontradas no Vale Encantado.
Belas vistas da região podem ser conseguidas nos mirantes como o do Tronqueira (1.970m) ou da Cachoeira Bonita, que é a maior do parque com 80m. Mas a nelhor vista é obtida do alto do Pico da Bandeira, ponto culminate da Serra do Caparaó (2.890m) e terceiro pico mais alto do Brasil. Para chegar até o topo é preciso percorrer a trilha de 9km, que dura cerca de 4 horas. Muitos optam por subir durante a noite para ver o espetáculo do amanhecer do alto.

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