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Brilho e Riqueza das Pedras de Minas


Localizado em frente a uma das mais belas praças da cidade, o Museu de Mineralogia Djalma Guimarães, que recebeu o nome de “Rainha da Sucata”, é caracterizado pela arquitetura pós-moderna, destacada em seu acabamento externo, pelas placas de metal, que se diferem pelo arrojo e o constraste. O prédio foi construído no final da década de 80 para ser o Centro de Apoio Turistico da capital, e desde 21 de junho de 2000,funciona como museu. Quem olha pela primeira vez nem imagina que esse predio guarda no seu interior, além de muita história, amostras das riquezas minerais do Estado. Logo na entrada, você encontrará um espetáculo de cores e formas, presentes na Colecao Gemas do Mundo e em peças, como o Patriarca, um imenso quartzo que tem fama de ser o maior do mundo. O acervo e constantemente ampliado por doações do Brasil e do exterior. Algumas das pedras expostas integram a coleção particular Manuel Bernardes, empresa que e a maior exportadora de pedras preciosas brasileiras, peças que são conhecidas mundialmente por sua beleza e qualidade. O museu possui amostras de topázio imperial, gemas de alto valor econômico, pois so existem três jazidas no mundo e a única em exploração é a de Ouro Preto. Outro exemplar raro e um topázio da região de Araçuaí, com 20 quilos. O quartzo-rosa, dono de uma beleza e brilho singulares, encontrado na cidade de Galileia-MG, por ser visto no museu em uma de suas formas mais raras. Em exposição também, estão diversos tipos de minério de ferro, ouro e gemas, que são a base da ocupação e do povoamento de Minas Gerais.